O valor dos valores

Após pesquisas realizadas com toda a comunidade escolar no ano de 2015, foram definidos como base para o trabalho na Escola Ativa os seguintes valores: respeito, cooperação, afetividade e solidariedade (empatia). Esses quatro aspectos já são trabalhados a partir do momento em que a criança se matricula na escola. Mas qual é a real definição desses valores?

 

Segundo o dicionário, “respeito é o ato ou efeito de respeitar(se) ou sentimento de quem respeita”, “cooperar é trabalhar em comum, colaborar, auxiliar, ajudar”, “afetividade é a qualidade ou caráter de afetivo, afeto, afeição, amizade e amor”, e por fim, “empatia é a capacidade de identificar-se com o outro”. A definição do dicionário é sim muito importante, mas o que realmente se experimenta nem sempre cabe em palavras. Valores são muito maiores e por isso o terceiro ano do Ensino Médio foi desafiado a ampliar suas pesquisas e recorreram a pessoas que há muito tempo trabalham com esses valores e veem motivos para eles serem considerados tão grandiosos.

Questionadas sobre a importância dos valores na formação de um cidadão, as coordenadoras da escola mencionaram que eles são imprescindíveis… “Para nortear as atitudes de todos os que convivem na escola e na vida; quando se compartilha dos mesmos valores as relações se tornam mais fortes – disse Joice, do Ensino Infantil. Lislaine, do Ensino Médio, citou a cooperação como sendo “a bandeira da escola”; Fernanda e Ângela (Ensino Fundamental) reforçaram que “os valores são a base de uma boa educação” e que “as diferenças merecem ser respeitadas”.

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Quem observa percebe que há um grande diferencial nos adolescentes que estudam na escola Ativa e essas diferenças podem ser notadas exatamente na utilização desses valores em suas vidas. Para os estudantes do “terceirão 2016”, os valores são todos importantes, pois um complementa o outro, e portanto, todos devem ser aplicados dentro e fora da escola, na vida cotidiana.

Luê Martins Freitas  (1º semestre deste ano letivo)

Olimpíadas

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As Olimpíadas originaram-se por volta do século VIII a.C., no contexto da antiga Hélade, isto é, o conjunto das cidades-estados da Grécia Clássica. A realização dos jogos ocorria na cidade de Olímpia por isso o nome “Olimpíadas”, para onde os cidadãos das outras cidades peregrinavam a fim de participarem das competições. O primeiro atleta a vencer uma prova em Olímpia teria sido Corobeu, em 776 a.C. – a prova era de corrida.

Dentro da tradição mitológica, os jogos de Olímpia foram criados pelo herói Hércules, filho do deus Zeus com uma mortal. Hércules foi obrigado pela deusa Hera a realizar doze trabalhos considerados impossíveis. O quinto desses trabalhos consistia em limpar os currais do rei Áugias, que continha milhares de animais e não era limpo há mais de 30 anos. Após conseguir realizar o feito, Hércules decidiu inaugurar um festival esportivo em Olímpia, em homenagem a seu pai, Zeus.

Essa explicação mitológica organizava o entendimento que se tinha sobre o esporte olímpico à época. Sempre que os jogos eram abertos, havia todo um rito de sacrifício de animais a Zeus e cada competição tinha em dada medida alguma relação com o culto a essa divindade.

Gráfico

Nós fizemos uma entrevista sobre os esportes olímpicos favoritos e para saber se as pessoas estão assistindo as olimpíadas. Os gráficos apresentam os resultados obtidos:

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Rastros no Brasil

Como o Brasil está sediando as olimpíadas, ele ficará mundialmente conhecido por cobrir um evento desse nível e pela abertura incrível, mas deixará os gastos que poderiam ir para bens maiores (educação, saúde e etc.).

 

Victor e Marçal 😀 9º ano

Padrões impostos pela sociedade

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Hoje em dia, um assunto muito falado é: Padrão. Quando observamos a mídia, como jornais, revistas, internet e televisão, podemos notar que as pessoas sempre seguem um modelo para tudo. Se vestir, se arrumar, agir, pensar, e ser. Por exemplo, as pessoas seguem a moda, as tendências, e as novidades, mas isso é de sempre. O que mais se destaca atualmente, são pessoas preocupadas em serem “perfeitas”, ou seja, serem o que não são. Porque, afinal, o que seria perfeito? O que seria bonito?
Para isso, fizemos uma pesquisa com adolescentes de doze a dezoito anos. Do total, 62,5% são totalmente influenciados pela mídia em como se vestir, e se arrumar. 25% são parcialmente influenciados, e somente 12,5% não sofrem influência nenhuma. Entre esses mesmos jovens, todas meninas disseram querer emagrecer, e os meninos, ganhar massa muscular. Ambos disseram também, querer olhos claros. Como podemos observar na mídia, essas são características existentes nos modelos e padrões de pessoas “perfeitas”. Quando entrevistamos adultos acima de trinta anos, 0% eram totalmente influenciados, 25% parcialmente, e 75% com influência nenhuma.

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Concluindo, hoje em dia os jovens se sentem muito mais pressionados do que antigamente. Talvez seja pela grande quantidade de propagandas e tecnologia, ou talvez, porque a sociedade, cada vez mais, impõe dúvidas ou opiniões erradas sobre nós mesmos. E se formos parar para pensar, qual a necessidade em seguir um modelo, se a grande maioria dos objetos e coisas que queremos, tem tantas variações? Acabamos querendo ser “iguais”, quando deveríamos esquecer isso e tentarmos apenas ser nós mesmos.

Ana Caversan e Dohas Rangel 9º ano

Educação Brasileira Atual

Atualmente no Brasil são mais de 2,5 milhões de professores e 53 bilhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento do nosso pais.

Mesmo com essa grande quantidade de alunos matriculados e professores formados as escolas que possuem educação precária estão localizadas nas regiões norte e nordeste, além do norte de Minas Gerais, tendo como uma das características desses locais a falta de visão do governo para com os mesmos.

A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) que visa tornar a escola um espaço de participação social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formação do cidadão não está sendo colocada em prática.

Algumas das consequências dessa precariedade nas escolas brasileiras são:

-Brasileiros analfabetos (15 anos de idade ou mais): 13,2 milhões (DNAD 2014-IBGE)

-Abandono durante o ensino médio (2013):8,1%

-Abandono durante o ensino fundamental (2013):2,2%

Para complemento da nossa reportagem decidimos realizar uma pesquisa com professores e alunos do ensino médio da Escola Ativa, para saber qual a opinião dos mesmos em relação a educação atual no Brasil.

Para melhorar a educação é necessário mudar NECESSÁRIO
Metodologia 17
Investimento social 22
Formação de professores 15
Transporte 19
Infraestrutura 17
Outros 19

 

Na sua opinião o Brasil Investe na Educação?
Bastante Pouco Médio
0 7 18

Na oportunidade da visita do educador conhecido no mundo todo  José Pacheco, conversamos sobre o ensino escolar, falando sobre o método das escolas. Ele nos explicou que ‘sem seriação’ os estudantes aprendem mais.

Concluímos que a educação brasileira só irá melhorar quando tivermos consciência da educação que temos e devemos querer mudá-la.

Dupla AA – 9º ano

Instituto Educacional Ativa

Este blog foi criado para a comunicação interna dos aprendentes da escola Ativa e tem por objetivo divulgar eventos, reuniões, ações e produções dos estudantes, educadores e demais colaboradores do instituto.

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